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Governança de IA

Adequação à Resolução CFM 2.454/2026 para clínicas e hospitais

Apoiamos clínicas e hospitais a mapear o uso de IA, classificar riscos, informar pacientes, revisar contratos com fornecedores e estruturar a Comissão de IA exigida pela resolução do CFM.

  • Diagnóstico sem custo
  • Escopo e prazo por escrito

Resposta rápida: o que é adequação à Resolução CFM 2.454/2026?

A adequação à Resolução CFM 2.454/2026 organiza o uso de inteligência artificial em clínicas e hospitais conforme as regras do CFM. O trabalho começa com um diagnóstico sem custo, mapeia os sistemas com IA em uso, classifica o risco em quatro níveis, ajusta a comunicação com o paciente, revisa contratos com fornecedores e estrutura a governança exigida.

Atualizado em pela equipe BR Freelas

A Resolução CFM 2.454/2026 foi publicada no Diário Oficial da União em 27 de fevereiro de 2026 e está em vigor desde 26 de agosto de 2026. Ela define como médicos e instituições de saúde podem usar inteligência artificial e vale também para sistemas que já estavam em uso antes da publicação.

Os pontos centrais são claros. A IA só pode atuar como apoio, e a decisão final é sempre do médico. É proibido delegar à IA a comunicação de diagnóstico, prognóstico ou terapia. O paciente deve ser informado quando houver IA no atendimento. Os sistemas são classificados em quatro níveis de risco: baixo, médio, alto e inaceitável. E instituições com sistema próprio de IA precisam de uma Comissão de IA e Telemedicina, de avaliação de impacto algorítmico e de revisão dos contratos com fornecedores.

O uso de IA na saúde cresce. Segundo o Cetic.br, em pesquisa divulgada em maio de 2026, 18% dos estabelecimentos de saúde usam IA, a maioria em tarefas administrativas. Muitas clínicas, porém, nem sabem que o prontuário, a agenda ou o sistema de laudos já trazem recursos de IA embutidos.

A equipe da BR Freelas apoia clínicas e hospitais nessa adequação. Começamos com um diagnóstico sem custo, levantamos todos os sistemas com IA, classificamos o risco de cada um e entregamos os documentos, fluxos e treinamentos necessários. As definições que envolvem responsabilidade médica e jurídica são validadas com o diretor técnico e o jurídico da instituição.

O custo de deixar para depois

  • Médicos e diretor técnico ficam expostos a questionamentos ético-profissionais por uso de IA em desacordo com a resolução.
  • Pacientes que descobrem o uso de IA sem terem sido informados perdem a confiança na instituição.
  • Contratos sem cláusulas sobre IA dificultam cobrar o fornecedor quando um sistema falha.
  • Dados de saúde, que são dados sensíveis pela LGPD, podem ser tratados por ferramentas sem as salvaguardas adequadas.
Como funciona

Do diagnóstico à entrega

  1. Etapa 1

    Diagnóstico sem custo

    Entendemos o porte da clínica ou hospital, as especialidades, os sistemas usados e se há IA desenvolvida internamente. Definimos escopo e o prazo definido no diagnóstico.

  2. Etapa 2

    Inventário de sistemas com IA

    Levantamos prontuário, agenda, laudos, chatbots, ferramentas de IA generativa e qualquer sistema de fornecedor com IA embutida, inclusive os já em uso.

  3. Etapa 3

    Classificação de risco

    Classificamos cada sistema nos quatro níveis previstos na resolução e indicamos o que precisa mudar em cada caso.

  4. Etapa 4

    Documentos, fluxos e contratos

    Ajustamos a informação ao paciente, os fluxos de comunicação de diagnóstico, a revisão de contratos com fornecedores e, quando aplicável, a Comissão de IA e Telemedicina e a avaliação de impacto algorítmico.

  5. Etapa 5

    Treinamento e acompanhamento

    Treinamos médicos, recepção e gestão, e acompanhamos a implantação junto com o diretor técnico.

O que está incluso

O que fazemos por você

  • Inventário dos sistemas e ferramentas de IA em uso na instituição
  • Classificação de risco de cada sistema nos quatro níveis da resolução
  • Modelo de informação ao paciente sobre o uso de IA
  • Revisão dos fluxos para que diagnóstico, prognóstico e terapia sejam comunicados pelo médico
  • Checklist de revisão de contratos com fornecedores de IA
  • Regimento e rotina da Comissão de IA e Telemedicina, quando aplicável
  • Avaliação de impacto algorítmico para sistemas próprios
  • Política interna de uso de IA para o corpo clínico
  • Treinamento para médicos e equipe administrativa
Para quem é

Feito para empresas como a sua

Clínicas médicas e odontológicas com prontuário eletrônico e agenda digital
Hospitais e redes de saúde com sistemas próprios ou de fornecedores com IA
Centros de diagnóstico por imagem e laboratórios que usam IA em laudos
Healthtechs que desenvolvem soluções de IA para médicos e instituições
Quanto custa a adequação à Resolução CFM 2.454/2026?
Comparativo

Por que não resolver de outro jeito?

Com a nossa equipe Fazer sozinho Só o jurídico
Inventário técnico dos sistemas Levantamento completo, inclusive IA embutida Depende do que cada médico lembra Costuma ficar fora do escopo
Classificação de risco Por sistema, nos quatro níveis da resolução Sem critério definido Foco no texto da norma
Fluxos e comunicação ao paciente Ajustados à rotina da clínica Mudanças pontuais e informais Em geral só o termo
Contratos com fornecedores Checklist técnico para o jurídico validar Pouco revisados Análise jurídica, sem visão técnica
Treinamento da equipe Incluído, com exemplos da rotina Raramente acontece Normalmente não incluído

Setores que atendemos

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre adequação à Resolução CFM 2.454/2026

A Resolução CFM 2.454/2026 já está valendo?

Sim. Ela foi publicada no DOU em 27 de fevereiro de 2026 e está em vigor desde 26 de agosto de 2026. Também se aplica a sistemas de IA que já estavam em uso.

Minha clínica só usa IA para agenda e mensagens. Preciso me adequar?

Vale fazer o inventário e a classificação de risco, mesmo para usos administrativos. Um chatbot que envia resultados de exames, por exemplo, pode esbarrar na proibição de delegar à IA a comunicação de diagnóstico.

Preciso avisar o paciente quando uso IA?

Sim. A resolução determina que o paciente seja informado quando houver IA no atendimento. Ajudamos a definir como e em que momento essa informação é dada.

Toda clínica precisa ter Comissão de IA e Telemedicina?

A exigência de comissão, avaliação de impacto algorítmico e revisão de contratos recai sobre instituições com sistema próprio de IA. No diagnóstico verificamos se é o seu caso.

O médico pode usar o ChatGPT para escrever relatórios?

A IA pode apoiar, mas a decisão final e a responsabilidade são do médico, e dados de pacientes exigem cuidado redobrado pela LGPD. Definimos na política interna quais usos são permitidos e com quais dados.

Vocês garantem que a clínica fica adequada?

Não prometemos um resultado fechado, porque a adequação depende de decisões e práticas da instituição. Entregamos inventário, documentos, fluxos e treinamento, com validação final pelo diretor técnico e pelo jurídico.

Quanto tempo leva a adequação?

O prazo é definido no diagnóstico, conforme o número de sistemas, unidades e a existência de IA própria.

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Adequação à Resolução CFM 2.454/2026 para clínicas e hospitais

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