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Governança de IA

IA e LGPD: dados pessoais em sistemas de IA com base legal e controle

Apoiamos a sua empresa a tratar dados pessoais em sistemas de IA de acordo com a LGPD: base legal, relatório de impacto (RIPD), decisões automatizadas e dados sensíveis.

  • Diagnóstico sem custo
  • Escopo e prazo por escrito

Resposta rápida: o que é IA e LGPD?

O serviço de IA e LGPD verifica se os sistemas de inteligência artificial da empresa tratam dados pessoais de acordo com a lei. Após um diagnóstico sem custo, mapeamos os dados usados pela IA, definimos a base legal, elaboramos o relatório de impacto (RIPD), estruturamos a revisão de decisões automatizadas e reforçamos a proteção de dados sensíveis.

Atualizado em pela equipe BR Freelas

Enquanto o marco legal da IA não chega, a lei que já regula boa parte do uso de inteligência artificial no Brasil é a LGPD. Sempre que um sistema de IA usa dados de clientes, pacientes, colaboradores ou candidatos, as regras de proteção de dados se aplicam. E três artigos merecem atenção especial.

O art. 11 trata dos dados pessoais sensíveis, como dados de saúde, biométricos e de origem racial, que exigem hipóteses legais mais restritas. O art. 20 garante ao titular o direito de solicitar a revisão de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado, como a recusa de crédito ou a eliminação em um processo seletivo. E o art. 38 prevê o relatório de impacto à proteção de dados pessoais (RIPD), que a ANPD pode exigir do controlador.

A ANPD está atenta ao tema. Ela realizou uma tomada de subsídios sobre decisões automatizadas, com resultados apresentados na Nota Técnica 12/2025, e ainda não publicou regulamento específico. Também conduz um sandbox regulatório de IA, com piloto em 2026. Em paralelo, o PL 2338/2023 segue em tramitação na Câmara e ainda não é lei, mas prevê direitos de explicação, contestação e revisão humana.

A equipe da BR Freelas une visão técnica de IA e de proteção de dados. Começamos com um diagnóstico sem custo, mapeamos os dados que passam pelos seus sistemas de IA e entregamos RIPD, fluxos de revisão e controles práticos. As conclusões jurídicas são validadas com o encarregado (DPO) e o jurídico da empresa.

O custo de deixar para depois

  • Titulares podem questionar decisões automatizadas e a empresa não ter como explicar ou revisar.
  • A empresa pode não conseguir apresentar um RIPD consistente se a ANPD solicitar.
  • Dados sensíveis tratados sem a hipótese legal adequada aumentam a exposição em fiscalizações e processos.
  • A falta de transparência sobre o uso de IA desgasta a confiança de clientes e colaboradores.
Como funciona

Do diagnóstico à entrega

  1. Etapa 1

    Diagnóstico sem custo

    Entendemos quais sistemas de IA a empresa usa, que dados pessoais entram neles e se há decisões automatizadas. Definimos escopo e prazo definido no diagnóstico.

  2. Etapa 2

    Mapeamento de dados em IA

    Registramos, para cada sistema, os dados tratados, a finalidade, a base legal, os fornecedores envolvidos e o compartilhamento.

  3. Etapa 3

    RIPD e análise de riscos

    Elaboramos ou atualizamos o relatório de impacto à proteção de dados, com foco nos riscos específicos da IA.

  4. Etapa 4

    Decisões automatizadas e dados sensíveis

    Estruturamos o fluxo de revisão previsto no art. 20, as informações ao titular e os controles para dados do art. 11.

  5. Etapa 5

    Validação e treinamento

    Revisamos tudo com o DPO e o jurídico e treinamos as equipes que operam os sistemas.

O que está incluso

O que fazemos por você

  • Mapeamento dos dados pessoais tratados por sistemas de IA
  • Registro de operações de tratamento atualizado com os usos de IA
  • Relatório de impacto à proteção de dados (RIPD) dos sistemas de IA
  • Fluxo de revisão de decisões automatizadas (art. 20)
  • Modelo de informação ao titular sobre o uso de IA
  • Controles para dados sensíveis (art. 11) em ferramentas de IA
  • Checklist de avaliação de fornecedores de IA quanto à proteção de dados
  • Treinamento para DPO e equipes operacionais
Para quem é

Feito para empresas como a sua

Empresas de crédito, cobrança e serviços financeiros que usam modelos de decisão
Áreas de RH que usam IA em recrutamento e avaliação de desempenho
Clínicas, hospitais e healthtechs que tratam dados de saúde com IA
Empresas com DPO que precisam incluir a IA no programa de privacidade
Quanto custa adequar a IA à LGPD?
Comparativo

Por que não resolver de outro jeito?

Com a nossa equipe Fazer sozinho Consultoria só jurídica
Entendimento técnico da IA Analisamos como o sistema usa os dados Depende do fornecedor explicar Limitado ao que é informado
RIPD Focado nos riscos reais da IA Modelo genérico Sólido juridicamente, com menos detalhe técnico
Revisão de decisões automatizadas Fluxo desenhado e testado com a equipe Tratado caso a caso Parecer, sem implantação
Validação jurídica Feita com o DPO e o jurídico da empresa Sem revisão especializada Incluída
Treinamento Incluído para quem opera os sistemas Raramente acontece Variável
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre IA e LGPD

A LGPD se aplica à inteligência artificial?

Sim. Sempre que um sistema de IA trata dados pessoais, a LGPD se aplica, independentemente de existir uma lei específica de IA. Isso inclui treinamento de modelos, uso de chatbots e decisões automatizadas.

O que diz o art. 20 da LGPD?

Ele garante ao titular o direito de solicitar a revisão de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado que afetem seus interesses, e de receber informações sobre os critérios usados. A ANPD ainda não publicou regulamento específico sobre o tema.

Preciso fazer RIPD para usar IA?

O art. 38 permite que a ANPD exija o RIPD do controlador. Para sistemas de IA que tratam dados sensíveis ou tomam decisões sobre pessoas, elaborar o relatório é uma boa prática que demonstra cuidado e organiza os riscos.

Posso usar dados de saúde em ferramentas de IA?

Dados de saúde são sensíveis pelo art. 11 e só podem ser tratados nas hipóteses legais previstas, com salvaguardas reforçadas. Avaliamos cada caso e a validação final cabe ao DPO e ao jurídico.

O que a ANPD está fazendo sobre IA?

A ANPD fez uma tomada de subsídios sobre decisões automatizadas, com resultados na Nota Técnica 12/2025, e conduz um sandbox regulatório de IA com piloto em 2026.

O marco legal da IA muda alguma coisa?

O PL 2338/2023 está em tramitação na Câmara e ainda não é lei. O texto aprovado no Senado prevê direitos de explicação, contestação e revisão humana, que dialogam com o que a LGPD já exige.

Vocês substituem o DPO?

Não. Trabalhamos junto com o DPO e o jurídico, trazendo a visão técnica sobre como a IA usa os dados.

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